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poliedro

Valter Hugo Mãe pela Educação para a Cidadania e o Desenvolvimento

. 2 minuto ler . Written by Fabiano Sei
Valter Hugo Mãe pela Educação para a Cidadania e o Desenvolvimento
Os covardes são-no até com os próprios filhos, porque vão preferir educá-los miseráveis, mentindo-lhes em cada instante
Valter Hugo Mãe

A versão portuguesa do kit gay parece ser a “objeção moral” à obrigatoriedade de uma disciplina escolar. Em Portugal, ao longo deste mês, vem ocorrendo uma discussão acerca da Educação para a Cidadania e o Desenvolvimento; segundo matéria publicada em Visão, lançou-se recentemente um manifesto em defesa da disciplina:

O texto alega que a ética não pode ser sujeita a objeção de consciência e critica os que defendem que a disciplina seja opcional, considerando que a disciplina Cidadania e Desenvolvimento deve continuar a fazer parte integrante do currículo.

Os subscritores consideram que a aprendizagem dos Direitos Humanos e da Cidadania não é um conteúdo ideológico, mas sim uma disciplina que permite que todos conheçam os seus direitos, respeitem os direitos dos outros e conheçam quais os deveres que coletivamente têm para construir uma sociedade que a todos respeite.

Visão | Manifesto em defesa da obrigatoriedade da disciplina de cidadania atinge oito mil assinaturas
O manifesto lançado na quinta-feira em defesa da obrigatoriedade da disciplina de cidadania e a rejeitar que possa ser alvo de objeção de consciência para que os alunos não a frequentem atingiu 8.000 subscritores

Nesta segunda-feira (14/set), o escritor português Valter Hugo Mãe—autor de O apocalipse dos trabalhadores e A desumanização, entre outros publicados no Brasil pela Biblioteca Azul, —integrou a discussão, também em defesa à obrigatoriedade da disciplina, ao comentar um abaixo-assinado contrário a ela, em coluna publicada em Notícias Magazine:

Dizer aos mais novos que existem identidades de género distintas não é assediar as suas mentes para serem o que não são. Da mesma maneira que ponderar o terror nazi não é fazer nazis, e já sabemos bem como estes se fazem pela desumanização e pela mais grotesca estupidez.

Ainda segundo o escritor:

Se alguma família quiser manter as suas crianças no reino medieval da imbecilidade, faça isso em casa, mas não obrigue a academia a adoptar a imbecilidade como pressuposto universal.