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Erring with Prévert: Commentary on Brazilian Portuguese translations of “Mea Culpa” by Silviano Santiago and Mário Laranjeira

. 2 minutos de leitura . Written by Fabiano Seixas Fernandes
Erring with Prévert: Commentary on Brazilian Portuguese translations of “Mea Culpa” by Silviano Santiago and Mário Laranjeira

Artigo publicado na Cadernos de Tradução (35.2, 2015). O resumo e o abstract podem seguem abaixo. O artigo integral pode ser consultado aqui, aqui e aqui.

Erring with Prévert: Commentary on brazilian portuguese translations Of “Mea Culpa” by Silviano Santiago and Mário Laranjeira | Fernandes | Cadernos de Tradução
Erring with Prévert: Commentary on brazilian portuguese translations Of “Mea Culpa” by Silviano Santiago and Mário Laranjeira

Resumo: O presente artigo se propõe a comentar as traduções para o português do Brasil do poema “Mea Culpa”, do poeta francês Jacques Prévert, realizadas por Silviano Santiago e Mário Laranjeira, bem como comentar a crítica feita por Laranjeira à tradução de Santiago. Tanto o comentário às traduções quanto à crítica de Laranjeira embasam-se nos conceitos de posição tradutória e projeto de tradução de Antoine Berman (1995). Tendo em vista estes conceitos, é possível constatar que, independentemente da pertinência da análise que Laranjeira faz do poema, sua crítica à tradução de Santiago ignora o projeto tradutório deste, e portanto suas ênfases e compromissos ao traduzir. Ao final, uma terceira tradução do poema é proposta, não como alternativa às anteriores, mas como continuadora destas e da cadeia de retraduções.

Palavras-chave: Jacques Prévert; Silviano Santiago; Mário Laranjeira; Mea Culpa; crítica de traduções.

Abstract: The present article reviews two Brazilian Portuguese translations of French poet Jacques Prévert’s poem “Mea Culpa”, by Silviano Santiago and Mário Laranjeira; it also comments on Laranjeira’s criticism of Santiago’s translation. Both the commentary on their translations and the commentary on Laranjeira’s criticism draw upon Antoine Berman’s concepts of translation position and translation project (1995). In light of these concepts, it is possible to see that, apart from the theoretical and analytical soundness of Laranjeira’s commentary, his criticism of Santiago’s translation does not take the latter’s translation project into account, and therefore disregards his translation emphases and commitments. Finally, a third translation is proposed, not as substitute to its forerunners, but as their continuator, and as one more link in a continuous chain of retranslations.

Keywords: Jacques Prévert; Silviano Santiago; Mário Laranjeira; Mea Culpa; translation criticism.